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Suicídio de Policial e Suicídio Sob Outra Perspectiva
Episode 19317th July 2026 • Hextramuros Podcast • Washington Clark dos Santos
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Shownotes

O conteúdo explora o complexo panorama dos desafios de saúde mental enfrentados por profissionais da área de segurança pública, com ênfase na natureza multifacetada do comportamento suicida nesse grupo. O convidado esclarece a necessidade imperativa de as instituições policiais transcenderem interpretações reducionistas do suicídio, reconhecendo-o como um fenômeno complexo influenciado por uma miríade de fatores psicológicos, sociológicos e operacionais, articulando para a importância crucial de estratégias proativas voltadas para o desenvolvimento da resiliência mental entre os policiais, defendendo uma abordagem holística que integre o bem-estar físico, mental e espiritual como proteção contra o surgimento de sofrimento psicológico.

Saiba mais!

Transcripts

ANFITRIÃO:

Honoráveis Ouvintes! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark dos Santos, seu anfitrião! Neste conteúdo, recebo o Coronel da Polícia Militar da Paraíba, ONIVAN ELIAS DE OLIVEIRA que, em coautoria assina a obra “Suicide by Cop – Suicídio de Policial e Suicídio Noutra Perspectiva”, para uma conversa necessária, sensível e profundamente estratégica sobre saúde mental, prevenção ao suicídio, comportamento suicida no ambiente policial e os desafios enfrentados diariamente pelos profissionais de segurança pública. O livro aborda desde fundamentos da suicidologia, fatores de risco e proteção, estatísticas envolvendo policiais até protocolos de atendimento a ocorrências críticas, fenômeno conhecido internacionalmente como “Suicide by Cop”, além das implicações operacionais, psicológicas e institucionais que cercam o tema. Ao longo de nossa conversa buscaremos compreender não apenas os números e os aspectos técnicos do fenômeno, mas também os impactos humanos, emocionais e organizacionais que envolvem o suicídio entre profissionais de segurança pública, bem como as estratégias de prevenção, intervenção e pósvenção necessárias para proteger aqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade. Coronel ONIVAN, seja muito bem-vindo neste retorno ao Hextramuros! Na satisfação deste reencontro, agradeço imensamente sua generosidade em compartilhar conosco reflexões sobre temas tão relevantes! Uma honra tê-lo conosco!

A obra inicia abordando os fundamentos da suicidologia sob perspectivas filosóficas, sociológicas, psicológicas, psiquiátricas e de saúde pública. Considerando a complexidade do tema, por que é tão importante que as instituições policiais abandonem uma visão simplificada sobre o suicídio e passem a compreendê-lo como um fenômeno multifatorial, humano e institucional?

CONVIDADO:

Olá! É um prazer, uma alegria e uma responsabilidade renovada poder dialogar e compartilhar um pouco do nosso aprendizado com os nossos ouvintes do podcast Hextramuros! A obra “Suicide By Cop - Suicidio de Policiais e Suicidio em Outra Perspectiva”, nós produzimos em coautoria com o nosso Coronel Santiago, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e o Tenente coronel Edi, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. A obra se encontra na terceira edição e nós garantimos, até então, é a única obra que traz os dados atualizados sobre suicídios nas forças policiais do Brasil com os dados de dois mil e quinze a dois mil e vinte e cinco. É de fundamental importância que as nossas instituições policiais contempladas no artigo cento e quarenta e quatro da Constituição Federal, compreendam que isso já está pacificado, na literatura científica, no campo de saúde mental, que o suicídio realmente é um fenômeno multifatorial. Ele é multicausal! Eu classifico como imprudente, classificar um fator apenas como determinante, preponderante. Para ilustrar; dizer que o suicídio é em virtude do baixo salário, da baixa remuneração! Nós não podemos dizer isso! O suicídio, como eu reitero, ele é multifatorial! E aí, na minha visão, nós temos de fato que compreender enquanto instituições de força de segurança que, em virtude das atividades de urgência e emergência, de lidar cotidianamente com os mais diferentes comportamentos humanos, em ocorrências em pessoas com depressão, depois - em outro momento ou no outro dia ou, ainda no mesmo dia, uma pessoa em estado de raiva; depois, esse mesmo profissional pode se deparar com uma situação de morte, enfim: é uma miríade de emoções que não só o operador propriamente dito, mas, o gestor, tem que compreender que esse fenômeno é multifatorial, multicausal e, a partir dessa compreensão, buscar, na medida do possível, estimular aos policiais que compreendam que a tríade saúde física, saúde mental e saúde espiritual podem, sim, contribuir decisivamente para mitigarmos as chances do suicídio! E aí, como também é pacífico na literatura científica, a pessoa que pratica esse ato ou busca praticar a tentativa de suicídio - na essência - quer matar uma dor, uma emoção, um sofrimento, um sentimento e não o corpo propriamente dito. Porém, infelizmente, naquele momento em que toma aquela decisão, por vezes - e muitas vezes - não encontra um ombro amigo e um ouvido atento! Então, é de fundamental importância que não só os operadores das forças de segurança, mas os gestores, compreendam que o tema suicídio é multicausal e, em sendo multicausal, multifatorial, é importante buscar propiciar ambientes e estruturas que potencializem a saúde mental, a saúde espiritual e a saúde física dos nossos operadores de segurança pública.

ANFITRIÃO:

O livro dedica um capítulo específico ao suicídio nas forças policiais brasileiras, trazendo dados envolvendo polícias militares, civis, penais e forças federais. Na sua avaliação, quais características próprias da atividade policial contribuem para o adoecimento psicológico desses profissionais?

CONVIDADO:

A atividade policial, em particular ou em especial, a atividade das polícias ostensivas, por lidarem com as mais variadas situações ou ocorrências - esse policial, ou pode estar atendendo uma ocorrência em que a pessoa envolvida está numa situação de depressão, ou seja, está tentando suicídio! No outro momento, esse policial vai atender uma ocorrência em que uma pessoa está em surto e totalmente transtornada, agressiva! Outro momento, ele vai ajudar uma pessoa que, infelizmente, foi vítima de um sinistro de trânsito, enfim, é um combo ao longo da carreira! Nós estamos falando de quinze anos, de vinte anos, de vinte e dois anos, alguns, de trinta anos, vivendo uma série de mudanças emocionais, acrescido às suas próprias mudanças emocionais, não só no trato do dia a dia com os colegas de trabalho, mas no seu próprio ambiente familiar, ao longo dos anos de serviço, de algum modo - influenciam o comportamento psicológico do policial! Então, a atividade em si, propriamente dita, de todas as instituições do artigo cento e quarenta e quatro, com um pouco mais de destaque para as corporações ostensivas, incluindo o Corpo de Bombeiros, por vivenciarem uma série de ocorrências que, ao longo do tempo, vão, sim, influenciar na parte psicológica, na saúde mental do policial! Essas características próprias das atividades das forças de segurança pública, infelizmente, sim, tem uma parcela de contribuição para o adoecimento e sofrimento mental do policial! Sabendo disso, é que nós incentivamos não só o próprio operador de segurança pública, mas os gestores, sempre, estarem propiciando ambientes físicos, ambientes espirituais e ambientes mentais, psicológicos para mitigarmos as chances do policial adquirir todo esse sofrimento mental, todo esse sofrimento psicológico, em virtude da sua labuta diária!

ANFITRIÃO:

A obra traz conceitos fundamentais, tais como fatores de risco, gatilhos, âncoras e fatores de proteção. Dentro da realidade policial brasileira, quais sinais de alerta costumam ser negligenciados por colegas, comandantes e até familiares? Como desenvolver uma cultura institucional capaz de identificar precocemente esses indicadores antes que o cenário evolua para uma tragédia?

CONVIDADO:

Eu digo que os principais sinais de alerta são as mudanças de comportamento ou a mudança de rotina daquele profissional. E eu tenho colocado isso nos nossos cursos, nas nossas aulas, nas nossas palestras, com uma estratégia oriunda da programação neurolinguística, que é o trabalho de calibração, que vem a ser acompanhar ou perceber o comportamento - vamos dizer assim - normal daquele colega de trabalho. A partir do momento que ele muda de forma abrupta ao longo dos dias, isso deve despertar a atenção dos colegas, do superior hierárquico, dos familiares. Um exemplo ilustrativo: um profissional que é extremamente alegre, brincalhão, faz piada com todo mundo e, em um determinado dia ou numa sequência de dias, ele passa a ficar mais fechado, mais silencioso! Isso é um sinal de alerta! O contrário também é verdadeiro! Uma pessoa que é, no comum, mais calada, e, de repente, ele vem com muita alegria, muita euforia, sempre alerta, muito ativo, isso precisa despertar atenção dos colegas e superiores! Essa mudança de comportamento abrupta, eu classifico como um dos principais, gatilhos ou sinais de alerta! E a cultura institucional e, até a cultura familiar, prestar mais atenção às pessoas que estão em nossa volta! Desenvolver essa cultura para identificar minimamente - desconfiar - do comportamento do colega ou de algum colega específico, incentivando para que os profissionais daquele setor, daquela delegacia, daquele posto policial, daquele quartel prestem mais atenção uns aos outros e observem as mudanças de comportamento abruptas. Entendo que incentivando esse tipo de cultura institucional e familiar, ou seja, observar uma mudança de comportamento é uma boa prática para mitigarmos as chances de sofrimento mental e o ato extremo que seria o suicídio!

ANFITRIÃO:

Um ponto impactante da obra é justamente a abordagem do fenômeno conhecido como "suicide by cop", situação em que o indivíduo provoca deliberadamente uma intervenção letal das forças de segurança. Como esse fenômeno se manifesta na prática operacional e quais são os principais indicadores comportamentais, verbais e contextuais que podem auxiliar policiais a identificar esse tipo de ocorrência?

CONVIDADO:

O "Suicide by Cop" é caracterizado pelas cenas em que um indivíduo de posse de uma arma de fogo real, de posse de um simulacro, de uma faca, pratica ações hostis deliberadas e planejadas para forçar o policial a usar a força, preferencialmente letal. Em alguns casos, há artigos científicos mostrando que, nos Estados Unidos, aproximadamente dez por cento dos confrontos armados, dos tiroteios, podem ser classificados como um potencial “Suicide by Cop”, ou seja; a pessoa desejava suicidar, só que não fez, ou buscou não praticar, pelos atos ou pelos comportamentos mais comuns! E, aí, o que ele faz? Qual é a conduta? Quais são os principais indicadores comportamentais verbais que vão auxiliar os nossos policiais? O policial ao chegar na ocorrência, manda, ordena que a pessoa solte a arma que ele está! É uma faca, um simulacro, um pedaço de pau, enfim! E, mesmo depois dessas vozes de comando, dessas ordens, a pessoa continua a resistir verbalmente e/ou fisicamente, partindo para agredir o policial. Então, na medida do possível e de cada contexto, cada ocorrência, se o policial dispuser naquele momento de armas incapacitação neuromuscular, de espargidor, se ele puder usar isso com segurança para ele e para a equipe, muito bem! Caso não, também de forma análoga, para proteger a si mesmo e a sua equipe deverá usar arma de fogo! Basicamente, esses são os principais contextos que nós podemos orientar a identificar o fenômeno do “suicide by cop”. Então, na medida do possível, ao identificar um comportamento hostil, na medida do contexto e a própria estrutura física do local. Por exemplo; se está num beco! O beco tem uma dimensão menor do que uma rua! Então, se você está numa avenida, numa rua larga, grande enfim – iluminada - o policial pode aumentar a distância dessa pessoa e continuar verbalizando. Já, num ambiente mais curto, a exemplo de um beco, o interior de uma residência, infelizmente, o policial, para sua proteção e proteção da equipe, deverá usar a força e os instrumentos que ele dispõe no momento! Se ele dispuser de armas de incapacitação neuromuscular; muito bem, interessante fazer uso! Se não tiver este equipamento a sua disposição, então, infelizmente, teremos que usar arma de fogo! Contextos verbais, a exemplo de “atire e mim, atire em mim!”; “daqui a pouco eu não estarei mais aqui!” “eu sou melhor morto!”, “você tem que atirar em mim!”, são pistas verbais que vão nos indicar um possível "suicide by cop”. Em termos de estratégia de resposta é aumentar a distância, se isto for possível e se isso for seguro! É uma tomada de decisão que só o policial que está no local vai ter essa capacidade! Mas, o fundamental é ele buscar ao máximo manter a sua integridade, manter a sua segurança, a segurança dos transeuntes para neutralizar aquela ação. Se a forma como ele empregou a arma de fogo vai ter um resultado letal ou não, vai depender de vários fatores, mas, a busca prioritária é pela salvaguarda do policial, da equipe, dos inocentes e do próprio causador do evento crítico!

ANFITRIÃO:

O texto também trata dos protocolos de atendimento a ocorrências envolvendo tentativa de suicídio e crises críticas. Em um país marcado pelo aumento de ocorrências complexas, surtos psicóticos, crises emocionais e até ataques ativos, Qual é a importância da capacitação emocional, técnica e comunicacional dos profissionais de segurança pública para reduzir desfechos fatais e ampliar as possibilidades de preservação da vida?

CONVIDADO:

Sim, sim! Nós estamos, infelizmente, vivenciando no Brasil nos últimos anos, notadamente depois do período pandêmico, um aumento de ocorrências envolvendo pessoas em surto, tentativa de suicídio, o suicídio propriamente dito, contexto de violência doméstica! E é fundamental que as instituições do artigo cento e quarenta e quatro da nossa Constituição Federal, principalmente as polícias militares, guardas municipais, que são as polícias ostensivas - o próprio corpo de bombeiros - que vão atender inicialmente essa ocorrência, capacitem cada vez mais os seus efetivos e invistam mais em técnicas de comunicação para acalmar a situação, a ocorrência, buscando desenvolver as técnicas ou as ferramentas da escuta ativa, buscando minimizar a possibilidade do uso da força, ainda mais com o efeito letal! Nesse sentido, o que eu sempre recomendo aos operadores e gestores é que invistam na mesma proporção que investimos em treinamento de artes marciais, defesa pessoal, de tiro, investir também em treinamentos de comunicação, de comunicabilidade, de escuta ativa, buscando diminuir o stress, diminuir o nível de agressão, diminuir a possibilidade do emprego de força nesse tipo de ocorrência.

ANFITRIÃO:

Os senhores apresentam, ainda, análises internacionais e comparativos envolvendo diferentes forças policiais ao redor do mundo, observando experiências de países como Estados Unidos, França, Portugal e Itália. Quais práticas, protocolos ou políticas públicas poderiam servir de referência para o aprimoramento das ações preventivas e do cuidado psicológico dentro das instituições brasileiras?

CONVIDADO:

Pelo que nós conseguimos pesquisar, analisar e refletir sobre os protocolos que os demais países, a exemplo dos Estados Unidos, França, Portugal, Itália, ou seja, as forças de segurança, os departamentos policiais empregam lá, nós aqui no Brasil, também fazemos algo de forma muito similar. Basicamente, os protocolos seguem os mesmos fundamentos, tanto na parte de prevenção, de intervenção e pósvenção. Ou seja, os cuidados que nós temos nas nossas polícias, basicamente, são universais, a exemplo que existem nos outros países: ao perceber um comportamento diferente do cotidiano daquele profissional, ele é encaminhado ou ele vai por iniciativa própria ou encaminhado pelo comandante ou pelo seu chefe imediato ou, no caso das polícias militares, a própria justiça militar determina o tratamento ambulatorial, o acompanhamento ou a frequência em grupos de alcoólicos anônimos. São estratégias que a justiça militar também emprega para incentivar o tratamento, o cuidado mental, o cuidado psicológico daquele policial militar, no caso específico, na senda das polícias militares, por ele ter cometido alguma transgressão de nível disciplinar ou mesmo criminal! Isso é uma possibilidade nas forças policiais militares do Brasil. Hoje, as vinte e sete unidades federativas já dispõem em maior ou menor grau, com a maior ou a menor estrutura, de setores de acolhimento, os setores de atendimento psicossocial, que cada vez mais nós precisamos incentivar os nossos operadores, masculinos e femininos, a procurarem esses setores sempre que tenham a necessidade de uma escuta qualificada, de uma atenção qualificada ao sentirem qualquer necessidade de ordem ou de cunho psicológico, de cunho mental, que procurem os seus respectivos setores de assistência biopsicossocial.

ANFITRIÃO:

Coronel ONIVAN; ao final da leitura da obra, fica evidente que o enfrentamento ao suicídio policial exige muito mais do que discursos institucionais ou campanhas sazonais. Requer mudança cultural, preparo técnico, acolhimento e liderança humanizada. Que mensagem deixas aos gestores de segurança pública, aos comandantes e, principalmente, aos próprios profissionais da linha de frente sobre a importância de falar abertamente sobre saúde mental e buscar ajuda sem medo ou estigmatização?

CONVIDADO:

Eu entendo que esse passa a ser um dos desafios maiores na questão da saúde mental! Incentivar os nossos operadores a procurarem ajuda nas mesmas proporções em que, quando estamos com uma dor qualquer num músculo ou num órgão específico do corpo, nós vamos procurar um médico especialista naquele assunto. A atividade policial, feliz ou infelizmente, propicia esse combo de emoções devido à natureza em si da atividade policial, principalmente a atividade da polícia ostensiva. Isso, ao longo do tempo, vai também acumulando um certo “lixo emocional” que o policial precisa em algum momento da carreira, fazer essa “faxina”. E essa faxina, eu recomendo a ser feita pelo profissional de saúde mental. Procurar na sua instituição ou numa instituição parceira a ajuda psicológica, ajuda de um psiquiatra e, cada vez mais, trabalharmos para, literalmente, eliminar esse estigma do policial super-homem, do policial super-herói, do policial que não pode chorar, que não pode sentir problemas emocionais! Eu diria que isso é também outro desafio! É quebrar esse estigma! E incentivar os policiais a procurarem ajuda. Quando a mente, quando a alma também sente suas dores, é fundamental procurar ajuda especializada!

ANFITRIÃO:

Estamos marchando para o final de nossa conversa, Coronel Onivan! Repriso aqui os meus agradecimentos, parabenizando-os pela relevante e qualificada obra. Deixo este espaço para suas considerações finais. Grande abraço!

CONVIDADO:

Deixo aqui minha mensagem final de incentivo de estímulo a cada vez mais buscarem uma vida física saudável, uma vida mental saudável e uma vida espiritual. Eu compreendo que quando nós exercemos e executamos bem essa tríade, nós mitigamos bastante a possibilidade do adoecimento psíquico, do adoecimento mental, do adoecimento espiritual e - por que não dizer - até o adoecimento físico! Nesses termos, eu agradeço novamente por essa oportunidade de refletir e compartilhar um pouco com os nossos Honoráveis Ouvintes e me coloco à disposição para novos aprendizados” Permaneçam com Deus! Procurem cuidar da saúde física, mental e espiritual! Até breve!

ANFITRIÃO:

Honoráveis Ouvintes! Este foi mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark dos Santos, seu anfitrião! Acesse nosso website e saiba mais sobre este conteúdo! Inscreva-se e compartilhe o nosso propósito! Será um prazer ter a sua colaboração! Pela sua audiência, muito obrigado e até a próxima!

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